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7.6.13
6.5.13
Abraço solidário em SP pela creche da Assembleia Legislativa
Estão
tentando fechar a Creche da Assembleia Legislativa de São Paulo. Essa
creche, que existe há mais de 30 anos, é fruto de luta dos movimentos
feministas e uma das poucas que existem nos locais de trabalho.
Alegando que a cheche é muito cara, querem fechá-la fornecendo um auxílio-creche. As funcionárias estão indignadas, porque esse grande retrocesso dificultará o acompanhamento do crescimento dos filhos e filhas.
Está sendo organizado um abraço solidário AMANHÃ, 07/05, às 13h30, em frente a entrada da Assembleia que fica do lado do Ibirapuera.Participem e divulguem!!!
Alegando que a cheche é muito cara, querem fechá-la fornecendo um auxílio-creche. As funcionárias estão indignadas, porque esse grande retrocesso dificultará o acompanhamento do crescimento dos filhos e filhas.
Está sendo organizado um abraço solidário AMANHÃ, 07/05, às 13h30, em frente a entrada da Assembleia que fica do lado do Ibirapuera.Participem e divulguem!!!
4.5.13
Reeducação de agressores é tema de discussão no Ceará
No
dia 09 de Abril, o Movimento de Mulheres Olga Benário participou de
reunião na Procuradoria Especial da Mulher para discutir o Núcleo
de Atendimento ao Homem Autor de Violência Contra a Mulher (Nuah),
de iniciativa do Juizado da Vara de Penas Alternativas, desenvolvido
por meio de convênio com o Departamento Penitenciário Nacional do
Ministério da Justiça e Secretaria de Justiça e Cidadania do
Estado.
Na ocasião,
estiveram presentes a Procuradora e Deputada Estadual Rachel Marques
(PT), a Coordenadora do Nuah, Tatiane Carneiro de Castro, a juíza da
Vara de Penas Alternativas, Maria das Graças Quental, o Movimento de
Mulheres do Legislativo – MML, psicólogos, assistentes sociais,
advogadas e a representação do Mandato da Deputada Estadual Eliane
Novaes. A reunião teve como objetivo esclarecer o papel do Núcleo,
bem como debater a importância desse novo mecanismo de combate à
violência contra as mulheres.
O
Núcleo de Atendimento ao Homem Autor de Violência Contra a Mulher
(Nuah) promove encontros de sensibilização com agressores que estão
em liberdade provisória, buscando o enfrentamento da violência e
prevenção da criminalidade. O núcleo realizou atendimento a 200
homens. Desses, 40% retornaram o relacionamento com suas companheiras
sem registro de reincidência. De acordo com a titular da Vara,
juíza Maria das Graças Almeida de Quental, é um trabalho pioneiro
e objetiva desenvolver atividades que responsabilizem e reeduquem o
homem autor de violência contra a mulher. “Esse Núcleo contribui
para a prevenção e o combate à violência contra a mulher”,
disse Quental.
A
procuradora e Deputada Estadual Rachel Marques lembrou que atualmente
o Estado dispõe de instituições de apoio e assistência às
mulheres vítimas da violência, como as casas de abrigo, delegacias
e varas especializadas, que visam dar retaguarda na defesa das
vítimas da violência. “Temos que estar atentas para que funcionem
a contento”.
Na
ocasião, a representante do Movimento de Mulheres Olga Benário,
Paula Virgínia Colares, falou da importância do combate ao machismo
em todas as esferas, desenvolvendo um trabalho de reeducação do
agressor, conscientização nas escolas e comunidades como forma de
combater a violência contra a mulher. Registrou, ainda, a
reivindicação do movimento para que as Delegacias de Defesa das
Mulheres – DDM`s- funcionem todos os dias e durante 24 horas, bem
como a carência de 16 delegacias no estado. “Convocamos todas as
entidades presentes, as parlamentares, o Nuah e demais movimentos
para construirmos essa luta”.
A
reunião encaminhou a realização de uma audiência pública para
ampliar o debate, a promoção de visitas da Procuradoria e demais
movimentos ao Nuah para conhecer o espaço e aprofundar as relações
no intuito de parcerias futuras.
Na
avaliação do Movimento de Mulheres Olga Benário, esse tipo de
projeto é de extrema importância para o combate a violência contra
a mulher, desde que não seja utilizado como alternativa para
amenizar as punições aos agressores, e sim ser um instrumento de
reeducação.
Movimento
de Mulheres Olga Benário, Ceará.
21.3.13
Mulheres realizam passeata em Natal
Em Natal, RN, o Dia Internacional das Mulheres foi marcado com muita energia e combatividade em uma bonita passeata realizada no centro da capital potiguar.
O ato foi convocado por diversas
entidades, entre as quais, o Movimento de Mulheres Olga Benário, o MLB,
CUT, Marcha Mundial de Mulheres, Movimento Bandeira Lilás, PT e o PCR. A
concentração aconteceu no local onde se realizava a assembleia dos
professores que foram também convidados a participar do Ato.
Participaram ainda do Ato parlamentares
do PT, como o vereador Hugo Manso, deputado estadual Fernando Mineiro e a
Deputada Federal Fátima Bezerra.
Muitas palavras de ordem, falas, energia
e disposição marcaram a passeata. Pelo Movimento de Mulheres Olga
Benário falou Luciana Gomes afirmando que as mulheres deveriam se
organizar cada vez para mais para desenvolver as lutas por suas
reivindicações, como por exemplo: creches, lavanderias coletivas e
restaurantes populares. “Estas são reivindicações concretas que devem
mobilizar as mulheres no país inteiro porque são direitos desrespeitados
diariamente” disse.
Pelo PCR falou Samara Martins que
realizou uma justa homenagem à memória da companheira Valdete Guerra que
além de ter nascido no dia 8 de março era uma mulher de luta e
revolucionária. Lembrou que hoje em nosso país as mulheres sofrem com o
descaso dos governos e com a opressão da sociedade capitalista e que,
portanto para libertarmos as mulheres da escravidão, da humilhação e
exploração a que estão submetidas devemos por fim a essa sociedade
injusta e construir em seu lugar o Socialismo.
Fonte: http://averdade.org.br/2013/03/mulheres-realizam-passeata-em-natal/
Mulheres de Pernambuco comemoram 8 de março
O Movimento de Mulheres Olga Benário de Pernambuco organizou pelo segundo ano uma passeata do Dia Internacional de Luta das Mulheres, 8 de março, no Recife. O ato contou com a presença de mas de 120 companheiras e companheiros que saíram de diversos bairros, escolas e ocupações.
A concentração começou na praça Maciel
Pinheiro, com panfletagem no comércio local, conversando com as mulheres
que passavam pelas principais ruas do centro da cidade, e foi até a
sede da prefeitura. Quando a concentração foi impedida de entrar no
prédio decidiu-se ocupar a prefeitura.
O ato durou toda a manhã. As mulheres
não aceitaram sair sem ser atendidas e, depois de muita negociação, uma
comissão foi recebida e as reivindicações foram entregues, com o
compromisso de uma nova data para retorno à prefeitura e acompanhamento
do andamento da pauta.
À tarde o Movimento participou de um ato
unificado do movimento feminino com todas as organizações de esquerda
do estado. Oficinas marcaram o inicio deste evento e depois uma passeata
tomou conta do Conde da Boa Vista, principal avenida da cidade.
Também em Caruaru, agreste de
Pernambuco, o Movimento de Mulheres Olga Benário realizou atividades do
Dia Internacional da Mulher. Pela manhã fez um ato público no centro da
cidade, com panfletagem e entrevistas nas rádios e TV locais, a fim de
apresentar o movimento às mulheres da cidade e denunciar a opressão e a
violência sobre as mulheres, além de reivindicar mais creches nos locais
de trabalho e nos bairros.
À noite, na comunidade Novo Mundo, um
cine-vídeo com a exibição do filme Olga encerrou a homenagem às
mulheres. No final houve uma comemoração ao som de muita música com o
cantor Costa Jr e com as comidas preparadas pelas companheiras da
própria comunidade.
Elizabeth Araújo, Recife
Fonte: http://averdade.org.br/2013/03/mulheres-de-pernambuco-comemoram-8-de-marco/
13.3.13
Fotos do 8 de março em SP
A seguir algumas fotos:
19.12.12
Atividades do Olga da região do ABC em novembro
O mês de novembro
marca a luta das mulheres pelo fim da violência cometida contra
elas. A data, 25 de novembro, é uma homenagem às irmãs Mirabal,
assassinadas pela ditadura da República Dominicana, na década de
80. No Brasil, mais de 43 mil mulheres foram assassinadas nos últimos
10 anos e a cada 15 segundos uma mulher é agredida. E embora
tenhamos avanços legais com a Lei Maria da Penha, não contamos com
instrumentos públicos que viabilizem a aplicação desta lei que
coíbe este tipo de violência. As Delegacias da Mulher só funcionam
de segunda à sexta até as 18 horas e não funcionam aos finais de
semana, justamente quando ocorrem o maior número de agressões
contra a mulher.
Como parte desta luta,
o Movimento de Mulheres Olga Benário do ABC organizou diversas
atividades.
No dia 27 de novembro na UFABC houve um outro debate sobre o tema violência contra a mulher. O debate teve início com a exposição de Bruna Magno sobre a história do dia 25 de novembro e sobre quem foi Maria da Penha. Em seguida Carol Mendonça falou sobre as origens e causas da violência, além da contribuição de Carol Vigliar do MLC, sobre a mulher enquanto mercadoria no Capitalismo e sua dupla opressão. Houve a participação de jovens da universidade no debate e também no mural interativo que foi colocado no saguão do prédio Alfha onde os estudantes puderam opinar sobre o que pensam a respeito da violência contra a mulher.
Em
seguida as mulheres seguiram em caminhada pelas principais ruas do
centro da cidade recebendo total apoio da população. Um dos
momentos mais emocionantes da caminhada, foi notarmos a emoção de
uma mulher que via a passeata e ao pegar nosso jornal, chorou, nos
contando que já sofreu no passado muitas agressões do marido.
Durante o ato foram lembradas também as mulheres assassinadas como
Eloá, Elisa e
Mércia, entre tantas outras. No carro de som, denunciaram a situação
de violência pela qual passam.
A
passeata seguiu até a Delegacia da Mulher de Santo André, para lá
entregar uma carta denunciando o horário de fechamento da delegacia
e exigindo que esta funcione diariamente, durante 24 horas. A grande
surpresa foi o imenso descaso que as mulheres foram tratadas.
Aguardaram algum tempo até que alguém aparecesse para atender. Em
seguida, informaram que a delegada não estava e
inicialmente as duas funcionárias que lá se encontravam se
recusaram a protocolar a entrega do nosso documento.
Após escutarem que as
delegacias de mulher são fruto da luta do movimento de mulheres, e
como tantas outras conquistas que já obtivemos, continuaremos em
luta até alcançarmos mais esta, elas enfim, protocolaram a entrega
do nosso documento que reivindica: A ampliação
do funcionamento
desta Delegacia
para 24
horas e
a abertura
da Delegacia de Defesa da Mulher aos
fins de
semana!
O Movimento segue em
suas atividades, organizando núcleos de mulheres, que se reunem para
debater sua situação e pensar coletivamente em formas de mudança.
Junte-se a nós!
5.12.12
3.12.12
Atividades em Belém no Mês de Novembro
O dia 25 de novembro ficou conhecido mundialmente por conta do maior ato de violência cometida contra mulheres. As irmãs Dominicanas Pátria, Minerva, e Maria Teresa, conhecidas como “Las Mariposas”, que lutavam por soluções para problemas sociais de seu país foram perseguidas, diversas vezes presas até serem brutalmente assassinadas.
Para relembrar
essa data e reafirmar a necessidade de continuar lutando contra todos os tipos
de violência cometido contra as mulheres foi realizado um ato público em Belém,
que aconteceu na Praça da Republica e contou com a participação de varias
organizações sociais como o Movimento de Mulheres Olga Benário, Grupo de
Mulheres Brasileiras, MST, Brigadas populares e partidos políticos.
O Movimento de
Mulheres Olga Benário aproveitou o espaço para panfletar e denunciar que a cada
15 segundos uma mulher é violentada no nosso país e que é necessário muita
organização e luta para mudar essa realidade.
No dia 26, o
Movimento de Mulheres Olga Benário juntamente o Movimento do Lutas nos Bairros,
Vilas e Favelas - MLB realizou um debate no bairro de Val de Cans que contou
com a participação de 60 companheiras. Com o tema: violência contra a mulher
não e o mundo que a gente quer! Vários foram os relatos de mulheres que
sofreram e ainda sofrem violência por parte das pessoas com as quais se
relacionam.
O Movimento de
Mulheres Olga Benário também marcou presença junto aos estudantes
secundaristas. No dia 28 realizou dois importantes debates na escola estadual
Maria Figueiredo em Ananindeua - Pará. Com o tema: a violencia contra a mulher
não tem idade! Foi feito a apresentação de um vídeo e em seguida a
representante do Olga Benario, Fernanda Lopes e Professora da Escola, Kevia
Santos, fizeram a exposição do tema. Ao final do debate todos concordaram que é
preciso denunciar a violência cometida contra as mulheres, que é necessário se
organizar para combater esse mal e que também precisamos lutar por uma nova
sociedade onde as mulheres viverão verdadeiramente livres.
20.11.12
3.11.12
27.10.12
Movimento Olga Benário no Congresso da Ares- ABC
No dia 20 de outubro o Movimento de Mulheres Olga Benário junto com o Movimento Luta de Classes participou do grupo de debate Mulheres e Emprego no Congresso da Ares-ABC. Os jovens presentes colocaram a importância de mais cursos profissionalizantes para juventude do ABC, a importância do fim da exploração de todos os jovens no primeiro emprego e o preconceito contra as mulheres tratadas como mercadoria pelo sistema capitalista.
19.10.12
4.10.12
Projeto resgata história de mulheres assassinadas
O Movimento de Mulheres Olga Benário do Ceará realizou projeto de resgate da história de dez mulheres torturadas, desaparecidas e assassinadas pela ditadura militar brasileira. O projeto foi realizado nas comunidades, em parceria com o Movimento de Luta, nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB).
A atividade levou ao povo a oportunidade de conhecer a vida e a luta de mulheres como: Jana Moroni Barroso (1948-1974, CE); Áurea Eliza Pereira (1950-1974, MG); Therezinha Viana de Assis (1941-1978, SE); Nilda Carvalho Cunha (1954-1971, BA); Alceri Maria Gomes da Silva (1943-1970, RS); Gastone Lúcia de Carvalho Beltrão (1950-1972, AL); Ísis Dias de Oliveira (1941-1972, SP); Lourdes Maria Wanderley Pontes (1943-1972, PE); Anatália de Souza Melo Alves (1945-1973, RN) e Miriam Lopes Verbena (1946-1972, PA).
A pesquisa foi levantada de acordo com as informações do livro Luta, substantivo feminino, uma publicação da Secretaria Especial dos Direitos Humanos e da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, do Governo Federal.
A recepção da população nos bairros foi de muita indignação e revolta por saber que mulheres foram brutalmente torturadas, estupradas e assassinadas simplesmente por defenderem um país democrático e justo. Como bem falou Anatilde do Nascimento, do Conjunto Habitacional Bárbara de Alencar, “foi muito bom para nós, donas de casa e trabalhadoras, conhecermos essas histórias tão tristes, mas de muita luta. Me sinto forte para lutar como elas por saúde, creches para as nossas crianças, trabalho e por um Brasil melhor para todos. Essas mulheres, sim, são as nossas verdadeiras heroínas! E não aquelas que a televisão mostra nas novelas!”.
Ao final do projeto, um ato político na Praça do Ferreira, no Centro de Fortaleza, foi realizado com o objetivo de mostrar à sociedade o espírito de dar continuidade à luta dessas mulheres, exigindo a imediata abertura dos arquivos da ditadura e a punição dos torturadores e assassinos das verdadeiras heroínas do povo brasileiro.
Paula Virgínia,
Movimento de Mulheres Olga Benário
Movimento de Mulheres Olga Benário
2.10.12
Mulheres na luta contra a Ditadura Militar de 64 no Brasil
Uma homenagem do Movimento de Mulheres Olga Benário às mulheres que lutaram contra a ditadura militar de 1964 no Brasil.
Movimento Olga Benário debate o crescimento da violência em Diadema - São Paulo
No
dia 29 de setembro foi promovido um debate sobre violência contra a mulher pelo
Movimento de Mulheres Olga Benário na cidade de Diadema São Paulo. Assistimos a
um vídeo que deu abertura ao debate chamado
“Gênero: mentiras e vídeo tape”
O
debate foi de grande importância para as mulheres da região, pois em São Paulo,
como um todo, vemos a violência crescer. Em um ano a violência contra a mulher no estado cresceu 14%, mesmo
depois de seis anos da lei Maria da Penha. A delegacia da mulher na cidade de Diadema ainda é muito precária e distante dos bairros. E ainda são poucas, e de difícil
acesso, as casas abrigo.
Segundo
Luzia de Souza, militante do movimento: “São vários os fatores que levam a
violência contra a mulher, a mídia burguesa; alguns mitos como: lugar de mulher
é no tanque ou de que: o homem é o chefe da casa, entre outros, geram a violência,
pois colocam a mulher como o sexo frágil e inferior ao homem, quando estes
deviam andar lado a lado na luta contra a opressão capitalista.”
De
fato a burguesia tenta de todas as formas desunir a nossa classe. A violência
contra a mulher não passa de mais uma forma de inferiorizar a mulher na
sociedade, pois quando ela se sente oprimida e sem nenhum apoio ela não vai pra
luta.
Por
isso temos que construir um movimento forte e combativo de mulheres, que têm a
união e a luta como solução para o sofrimento e a opressão, vividos pelas
mulheres.
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